Formado por Fernando Graciola (violão de 6 e 7 cordas), Ronison Borba (acordeom) e Pedro Kaltbach (violino), o trio apresenta um repertório de caráter regional brasileiro e sul-americano, com um tratamento camerístico e espaço para a improvisação.
Em 2018, lançou o álbum “Arrebol” (produção musical de Pedrinho Figueiredo), com composições autorais de integrantes do trio e arranjos próprios de algumas importantes obras da música instrumental latino americana, indicado ao Prêmio Açorianos de melhor álbum instrumental daquele ano.
Em 2019, o trio participou do “Festival do Rio Grande do Sul de Paris”, na França, no “II Mercado da América Latina”, em Cascais, Lisboa - Portugal e realizou concertos em Lisboa, Aveiro e Almada. De 2022 a 2025, o trio participou do Circula SESC RS, Ecarta Musical (Porto Alegre), IV Festival de Inverno da Escola Pública de Música de Farroupilha/RS, entre outros concertos. Atualmente, o trio está em fase de pré-produção do seu segundo álbum autoral.
O show “Arrebol”, traz ao palco a obra integral do álbum homônimo, além de novas composições autorais de integrantes do trio. Fernando Graciola é formado no Bacharelado em Violão pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM (2011), atua como violonista, arranjador, compositor e professor. Iniciou seus estudos musicais de forma autodidata em 1998, na cidade de Encantado/RS, sempre com enfoque na música popular e folclórica gaúcha, brasileira e sul-americana. Em 2011, estudou por um semestre na Universidad Nacional Del Litoral (UNL),de Santa Fé, Argentina, onde teve a oportunidade de realizar um estudo específico da aplicação do violão nos gêneros do folklore sul-americano e de manter contato com grandes músicos daquele país, num intercâmbio que se mantém até hoje.
Em 2012, foi um dos idealizadores do “Quinteto Canjerana”, de música gaúcha contemporânea, com o qual gravou seu primeiro disco, “Promessa”, em 2011. Idealizou, juntamente com Ronison Borba e Pedro Kaltbach, o Mafuá Trio Instrumental, lançando o primeiro álbum, “Arrebol”, em 2018. Em parceria com a Pro Records Produções, é criador e apresentador do “Sotaques do Violão”, uma websérie com entrevistas e performances musicais a duo com violonistas latino-americanos. Em parceria com o Portal Região dos Vales, é criador da websérie “Saudades do Pago”, que retrata a vida e obra de músicos gaúchos espalhados pelo Mundo.
É participante ativo e premiado em importantes festivais de música e poesia no Rio Grande do Sul, como Moenda da Canção, Canto da Lagoa, Bivaque da Poesia Gaúcha, Sesmaria da Poesia Gaúcha e Esteio da Poesia Gaúcha.
Atualmente, mantém os projetos “Fernando Graciola Solo”, “Mafuá Trio Instrumental”, “Quinteto Canjerana” e “Sul do Mundo”, além de atuar como instrumentista, arranjador, produtor musical e professor. Ronison Borba é performer em acordeão. Formado em música pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/Brasil). Concluiu o bacharelado em acordeão (2021), pela Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART/IPCB Portugal). Conclui o Mestrado em Música - Área de Especialização em Acordeão (2023) também pela ESART/IPCB, estudando com o renomado acordeonista português Paulo Jorge Ferreira. Sendo o segundo brasileiro com formação específica na área. Desenvolve um trabalho pioneiro no Brasil em colaboração com compositores brasileiros no que respeita a produção de repertório e a divulgação do acordeão no contexto da música de concerto brasileiro, e envolveu a colaboração com mais de dez renomados compositores.
Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais no âmbito da performance tanto a solo como em música de câmara, já se apresentou em diversos estados do Brasil e em países como Argentina, Chile, Portugal e França.
Tem dois álbuns gravados, Arrebol (2018) com o projeto Mafuá Trio Instrumental e Instantes (2021), trabalho solo voltado ao repertório erudito contemporâneo do acordeão, sendo este pioneiro a ser gravado no Brasil com repertório original para acordeão.
Faz parte da atual direção do Folefest, associação de renome em Portugal por difundir o acordeão de concerto no país. Forma juntamente com Sofia Weffort(violino) o Affrettanduo, duo em atividade que desenvolve um programa de concerto a fim de fomentar o repertório original para formação. O duo participou em 2022 da gravação do DVD Folefest, juntamente com outros grupos de câmara e solistas de renome em Portugal.
Estudou e participou de masterclass com renomados acordeonistas como Richard Galliano (França), Gorka Hermosa (Espanha), Iñaki Alberdi (Espanha), Miloš Milivojević (Servia), Bartoz Glowacki (Polonia), Veli Kujala (Finândia) Chico Chagas, Toninho Ferragutti, Luciano Maia, Samuca do Acordeon, Oscar dos Reis, Elias Rezende e Otavio de Assis Brasil (Brasil). Pedro Kaltbach viveu a infância em um ambiente musical, proporcionado pela cultura musical de pelo menos três gerações da família paterna. Iniciou estudos formais de música com o violino aos 13 anos e, desde então, aperfeiçoou-se no âmbito da música erudita com professores do mundo todo, em master classes, orquestras, e conjuntos de câmara. Desde 2008, dedica-se a diversos trabalhos no meio nativista, folclórico e tradicionalista gaúcho, concentrando-se na inserção do violino - e dos outros instrumentos de corda friccionada e suas técnicas clássicas - no contexto dos ritmos, músicas e danças populares. Desde 2010, já representou o Brasil junto a diversas delegações em dezenas de festivais pelo mundo.
Em 2018, lançou junto ao Mafuá Trio Instrumental o disco “Arrebol”, que é baseado em obras autorais dos três integrantes e foi indicado ao prêmio açorianos.
Durante os últimos 10 anos, colaborou em arranjos e gravações de centenas de novos trabalhos dos mais importantes artistas regionais e recebeu prêmios - individuais e coletivos - nos principais festivais de música e poesia do sul do Brasil. Dentre eles, destacam-se os prêmios de melhor instrumentista nos festivais: César Passarinho; Coxilha Nativista; Moenda instrumental; Cante Uma Canção em Vacaria; Acampamento da Canção Nativa e a própria Sapecada da Canção Nativa.
Em 2020, recebeu da assembleia legislativa do estado do Rio Grande do Sul o prêmio Vitor Mateus Teixeira (Teixeirinha), na categoria instrumentista, pelo reconhecimento ao seu trabalho.